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Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças tem como a missão incentivar o debate sobre a atuação das montadoras frente ao mercado de reposição gerando conhecimento e envolvimento de todos do segmento para a criação de propostas referencial nacional e internacional, tanto para os fabricantes como os distribuidores do mercado de reposição.
 
PROCON APRESENTARÁ ESTATÍSTICAS QUE COMPROVAM O DESABASTECIMENTO DE PEÇAS

                  A CPI que investiga a cartelização no setor de autopeças evolui cada vez mais com a presença de entidades importantes, representativas para toda a sociedade. A última sessão (ocorrida na terça-feira, 27.08) contou com a presença do Procon/SP -Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor-, que demonstrou inúmeras queixas de consumidores insatisfeitos com o carro parado na oficina, ou concessionária, por falta de peças.

Primeiramente, os membros da CPI apresentaram um trabalho bem elaborado com vídeos de matérias publicadas em grandes veículos da imprensa, além de pesquisas feitas na internet, que escancaram o desabastecimento e o despreparo das montadoras em atender os consumidores.

         Paulo Arthur Lencioni Góes, diretor-executivo do Procon/SP, foi convidado para prestar informações à CPI sobre o volume de reclamações recebido pelo Órgão acerca da falta de peças no mercado de reposição, tendo em vista que o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) afirmou na sessão anterior não dispor desses dados.

         Por se tratar do órgão estadual com as estatísticas necessárias, a presença do Procon foi imprescindível para contribuir com as investigações. “Góes estava totalmente preparado e demonstrou conhecimento de muitos casos de reclamações por parte dos consumidores”, diz Renato Fonseca, presidente da ANFAPE – Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças.

         Fonseca destaca que o Procon se posicionou totalmente favorável a causa da ANFAPE. “O que preocupa a Fundação é o abuso de direito por parte das montadoras Fiat, Ford e Volkswagen. É exatamente a nossa questão, pois buscamos impedir o monopólio do mercado e, consequentemente, preservar o direito de escolha dos consumidores”, ressalta.

Góes deve apresentar à CPI estatísticas que comprovam os problemas do setor. Inclusive, com a falta de respostas das montadoras ao órgão, que recebe inúmeras reclamações de consumidores pela falta de peças de reposição.

         Presidindo a CPI está o deputado Fernando Capez, que destaca a integridade das fabricantes independentes. “Queremos combater a cartelização. As fabricantes de autopeças que movimentam um mercado de R$ 51 bilhões recolhem impostos, têm seus funcionários, são empresas lícitas e corretas, também tem o direito de vender peças para os carros”, ressalta Capez.

 

         Sobre a Anfape – www.anfape.org.br

A Anfape – Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças surgiu com o intuito de representar e fortalecer o setor de reposição independente de autopeças no Brasil. Desde a sua constituição, em 2007. A entidade tem buscado reverter às ações de algumas grandes montadoras de automóveis que se valem do expediente de registrar os componentes visuais de seus veículos (capôs, para-lamas, para-choques, faróis, retrovisores etc.) como desenhos industriais com o propósito de inibir a atuação dos independentes no segmento de reposição, o que se dá por meio da proibição da produção e da comercialização das peças.

No início de 2007, a Anfape formulou uma representação junto ao Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência – CADE denunciando a conduta das montadoras FIAT, FORD e Volkswagen. Tal iniciativa teve como objetivo assegurar às empresas do mercado independente de autopeças o direito de produzirem e comercializarem itens visuais dos veículos. A Associação considera que as montadoras utilizam seus registros de desenhos industriais de peças automotivas de forma abusiva, o que configura conduta contrária à ordem econômica brasileira.

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