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Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças tem como a missão incentivar o debate sobre a atuação das montadoras frente ao mercado de reposição gerando conhecimento e envolvimento de todos do segmento para a criação de propostas referencial nacional e internacional, tanto para os fabricantes como os distribuidores do mercado de reposição.
 
ANFAPE RESPONDE SOBRE AS FUNCIONALIDADES DO SEGURO POPULAR
1 – O que é o Seguro Auto Popular? R: É uma modalidade de seguro mais econômica para automóveis. Ele foi criado com o objetivo de ampliar o número de proprietários cobertos. 2 – A modalidade pode garantir uma economia considerável ao consumidor? De quanto? R: Sim. O Seguro Popular pode garantir uma economia de cerca de 30% para os consumidores. Mas, a modalidade ainda não saiu do papel. 3 – Como é calculado o valor do seguro do veículo? R: Muitos consumidores não sabem, mas o valor do seguro é calculado de acordo com uma avaliação de índice de furto e roubo em determinada região, idade do motorista, modelo do automóvel e valor da autopeça de reposição. . 4 – O que mais encarece um seguro de automóvel? R: O que mais encarece o valor das apólices são as peças de reposição que serão utilizadas. A procedência dessas peças é fator determinante, se são encontradas com facilidade ou não no mercado, esse tipo de informação conta na hora de fechar o preço final do seguro para o consumidor. Atualmente, as seguradoras podem utilizar as peças originais das montadoras e as usadas (salvados de sinistros). Ainda estão impedidas de utilizar peças similares, que são aquelas fabricadas pelas indústrias do mercado independente. 5 – Por que o Seguro Popular ainda não entrou em vigor? R: Apesar de estar aprovado desde o dia 30 de março deste ano, o Seguro Popular ainda não se tornou uma realidade para os consumidores brasileiros, que buscam com urgência alternativas viáveis economicamente para proteger seu automóvel. Neste momento, novas leis estão sendo analisadas. O que já se tem de resposta é a utilização de peças dos desmanches legais, mas a viabilidade do Seguro Popular depende da utilização das peças similares de reposição, isto é, dos itens disponibilizados pelas fabricantes independentes. O mercado aguarda essa autorização. 6 – O que é o Mercado Independente? R: O Mercado Independente é representado pelas fabricantes de autopeças que oferecem peças similares para os consumidores. São empresas idôneas muitas atuando há décadas no país, que disponibilizam peças com marca própria e procedência de qualidade. As fabricantes independentes mobilizam parte significativa da economia do país, mas montadoras como Fiat, Ford e Volkswagen tentam impedir a atuação dessas empresas visando o monopólio de peças. 7 – Qual é a vantagem de utilizar as peças das fabricantes independentes no Seguro Popular? R: O cenário do desabastecimento de peças no país só não é mais alarmante graças à atuação das fabricantes independentes, que comercializam peças em tempo hábil, com boa qualidade e preço justo. O grande gargalo da viabilização do Seguro Popular está na dificuldade de garantir que as peças usadas que serão utilizadas estarão em boas condições e serão fáceis de encontrar. As peças similares, oferecidas pelo mercado independente, vêm justamente atender essa demanda. 8 – Por que essas peças são chamadas de similares? R: Peças similares são aquelas reconhecidas pelo mercado independente, possuem a devida identificação de procedência, ou seja, a própria marca, a devida garantia. São produzidas pelas fabricantes independentes e encontradas nas lojas de autopeças. 9 – Por que as autopeças do mercado independente são as melhores opções para os consumidores na hora do conserto? R: As peças similares oferecem o melhor custo x benefício para o consumidor, pois são disponibilizadas a um preço justo. Além disso, possuem procedência de qualidade, através das fabricantes independentes que as representam. 10 – O Seguro Popular restringe a idade do veículo? R: Não. A modalidade é inclusive uma opção para a frota com mais de cinco anos, que é a maior circulante do país. Atualmente, quem tem carro com maior tempo de uso acaba optando em não contratar um seguro, já que o valor da apólice aumenta consideravelmente após cinco anos de uso do automóvel. Mas essa realidade não atende as necessidades reais dos consumidores brasileiros, pois a maior parte da frota circulante tem mais de cinco anos.
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